É a tua iniciativa que te vai manter aqui
Terça-feira, 31 de Julho de 2012
carta antes de animar
escrita no CIFA, para ler antes de ir para o pisão, de tudo o que me fez pensar, algo não saiu do repeat...
Quarta-feira, 25 de Julho de 2012
em jeito de obrigado a todos que enfiarem a carapuça
É muito cliché as pessoas afastarem-se e depois ser muito muito bom quando se voltam a ver. Uma das realidades mais comuns da vida em amizades a sério, e talvez nalgumas não tão sérias. Contam-se histórias, uma pessoa relembra-se. Porque sim, sem se vendo, caindo na sucessão de desencontros, e tentando uma vez por outra um tempo de novo, a verdade é que nos vamos esquecendo. E quando vamos para casa (ou para uma sala de espectáculos, ou para um café esperar pela boleia), e vimos mesmo cheios, lembramos para voltar a esquecer com certeza, que não nos queremos esquecer mais. Porque às vezes os silêncios são matreiros, e não são esquecimento, ou melhor, o esquecimento tem causas que apelam à nossa lembrança. Porque em certas alturas temos que adivinhar que devemos estar presentes, em certas alturas não chamamos ninguém. Em férias é tudo mais fácil, e eu gosto muito destes encontros. Talvez porque nunca fui de muita rotina, e deixando um pedacinho de mim em vários sítios diferentes, há muita percentagem de distância só porque sim, então muitos encontros. É uma maneira de amizade. Às vezes cansa. Muitas vezes, muitas muitas vezes, sabe a pouco. Mas é tão bom saber gerir rumos diferentes. Ainda há quem já não encontremos, porque não faz sentido, mas ainda vamos perguntando "pela família". Por isso é que deixo postais. Por isso é que me apego demais. E aprendi com a minha mãe que é bom ser assim mas o mais sábio é saber mantê-los. Por isso acho saudável mudar de ares, nunca fui muito da repetição, e sou mais rica por isso. Sempre com o senão dos momentos que ficam pelo caminho, do esquecimento que devia ser combatido. Estou quase a ir para duas viagens e só voltar daqui a muito tempo. E as férias deram-me hipóteses a menos para combater o tempo perdido na ocupação de um ano lectivo. Mas faço o que posso para manter a quem me significa.
"É a vida desse meu lugar, é a vida"
"É a vida desse meu lugar, é a vida"
Sábado, 7 de Julho de 2012
"Ver é cada vez mais desnecessário"
Tudo no nosso mundo tem uma medida exacta e muitas escalas que
podemos imaginar. Para entendermos o mundo à nanoescala podemos comparar
uma bola de futebol com o planeta terra ou um berlinde com a cabeça do
Einstein.
Todos entendemos que a distância transforma o que vemos. Podemos ver um ponto no céu durante toda a nossa vida, mas só quando nos aproximarmos dele teremos a certeza de ser um planeta. O mesmo ponto num mapa pode ser uma cidade inteira, mas da janela de um avião cada ponto lá em baixo é uma pessoa, uma casa ou um avião. Já um ponto com 100 nanómetros na ponta de um dedo é simplesmente invisível aos nossos olhos.
E se o mais pequeno que podemos ver for ainda grande demais para nós?
Todos entendemos que a distância transforma o que vemos. Podemos ver um ponto no céu durante toda a nossa vida, mas só quando nos aproximarmos dele teremos a certeza de ser um planeta. O mesmo ponto num mapa pode ser uma cidade inteira, mas da janela de um avião cada ponto lá em baixo é uma pessoa, uma casa ou um avião. Já um ponto com 100 nanómetros na ponta de um dedo é simplesmente invisível aos nossos olhos.
E se o mais pequeno que podemos ver for ainda grande demais para nós?
Sinopse de Nano T, peça da Marionet
Quarta-feira, 4 de Julho de 2012
Wait for meee!
Among all the good things I'm going to see for the first time or to see again, there are.....
DEEP FRIED OREOS!
DEEP FRIED OREOS!
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