sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A última celebração foi sem pressa, discreta. Passou por nós quase sem nos tocar. Um esquecimento que resultou num suspiro surpreendido, naquela manhã, clara e serena, q.b silenciosa. Era um dia ... importante? especial vá, ou pelo menos um daqueles dias em que pegamos no lápis e desenhamos mais um pauzinho na parede. É sempre bom. Dessa última vez achaste 'o número seis esteticamente mais interessante'. Parece que a mão cheia foi mais esteticamente celebrada, com menos sono pelo menos. Com mais certezas, isso sim, com mais certezas (ironicamente). Não vou anexar a imagem dum dedo, mas podia. Achei sem sal esta última festa. Não sei se foi por ser tipo um cãozinho, que ladra muito, mas como não morde depois vai pedir biscoitos ou se por desta vez ser só mais um pauzinho, um pauzinho a medo, a medo da mudança, a medo do espaço, do tempo que pode (não) haver, da rotina será? De por não haver esse tempo deixar de fazer parte de 90% dos passos que seguia. Passar a fazer parte de menos. E não querer deixar que isso aconteça. Não sei se foi por ouvir menos do que horas atrás, numa fita triste mas devida. Uma mão cheia, agora com mais um dedo, que quer que outro dedo o acompanhe, não na ideia de daqui a um mês (embora nesse sentido queira mais mãos, conta-me se também o desejas) mas de um dedo que o agarre hoje.
Meia noite,tan tan taran, já está.

Sem comentários: