segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

' Um gingerale por favor.', talvez porque o lugar me lembrou da bebida. Há ensinamentos que não devemos esquecer... 'Uma boa noite de sono cura tudo','Só faz falta quem cá está', por quem nos ensinou. E que a bebida é das melhores é verdade sim. Numa tarde de chuva depois de um grande caminha a tentar proteger um lp dos pingos e com os pés doridos e muito sono para descarregar (ou seja, responder ao sono com libertação de energia : gritinhos, saltos, falar sozinha ou cantar no meio da rua), e ainda com a vista daquele bar académico, soube mesmo bem um gingerale, em que as bolhas de gás não deixam amolecer a língua nem a garganta, mas com um sabor agradável. Talvez o limão ajude, talvez. Um gingerale que eu não beberia hoje se não tivesse feito antes uma confusãozinha,e aprendido agora a não ter medo de arriscar, a ir ao encontro, a fazer por. Porque os timings são lixados. Mas mesmo sendo pior sabe bem saber como era do outro lado, poder ser mosquinha no que já aconteceu. Mas os timings são lixados. E os mal entendidos também. E a precipitação também. E às vezes só sabemos o outro lado, que só as moscas viram, meio ano depois, a virar de ano. Mas sabemos, já não é mau. Mais vale saber do que o contrário. Mesmo que depois percamos a graça porque afinal o que era para dizer uma coisa escorrega e mostra uns segredinhos escondidos, surpreendendo (palavra perfeita). Já disse que a precipitação é lixada? Que os nervos que sobem também o são? Mas que eles não sobem sozinhos garanto... E, outra vez, desejo ser a mosquinha. Talvez só o seja daqui a outros seis meses. E começou na bebida não foi? Presumo que nada aconteça por acaso...

2 comentários:

xapati disse...

querida, estou em sintonia contigo! abaixo os timings... ;)

Constança disse...

nada acontece por acaso