sábado, 28 de novembro de 2009

Porque deixamos de ser sinceros só com o medo de arriscar, com o medo de arder. E se nem formos medrosos assim, na manhã seguinte já achamos que devíamos ter arriscado. Eu arrisco a ver se petisco. Ou arriscava...Dá-me uma máquina do tempo e eu tinha arriscado. Será essa a mudança que noto? O conforto de não arriscar? O medo de querer fazer mais por alguém mas de não fazer diferença, e depois ouvir que podíamos ter feito? Talvez tenha acordado a tempo. E agora é assim, o relógio anda devagar até ter oportunidade de responder outra vez. Quem pergunta quer sempre ouvir uma resposta. A minha está debaixo da língua.

1 comentário:

xapati disse...

concordo contigo e identifico-me com este teu pensar. também eu ando com respostas na ponta da língua à espera de perguntas ;)