sábado, 11 de julho de 2009

paris 6

Medo. De onde vem? Sei que é bem de dentro, nas profundezas de quem somos. Medo... dura. Medo... é ultrapassado. Já não durmo de televisão ligada. Mas fica sempre um restinho... Ainda dou a mão à metade de mim sem medo numa caverna escura. O medo mexe. Com o coração. Ter medo significa que temos algo a perder. Mas ultrapassar é libertador. Só não pode é ser tudo no mesmo dia. O pior é o medo inconsciente, conhecido ou não, mais difícil de largar do que fazer um looping. O medo fecha portas. A nossa função é abri-las.

2 comentários:

mariana silva disse...

gosto tanto dos teus textos mariana.

Rosarinho disse...

amo este! amo todos:)