sábado, 9 de maio de 2009

escrito antes de queimares

Quando pensamos que descobrimos as respostas todas vem a vida e muda todas as perguntas. E nem nos devíamos questionar,fazer demasiadas perguntas pode não ser bom,mesmo que sejam perguntas minhas,para mim. Procura-se a resposta em músicas,livros,nas palavras. Mas só de um timbre teríamos a resposta que queremos,e o seu 'dono' ´é a única pessoa a quem não podemos fazer a pergunta. E se essa antecipação toda parasse? Há quem se sinta mais confortável na ignorância,há quem tape os olhos.. Saudável diria que nenhuma delas é. Se comparar estas duas reacções a salada e fruta,compreenderá alguém quando elejo(?) água como melhor elemento para este problema alimentar? Deixar a torneira correr,não beber muito depressa. Não forçar a resposta. Não a resposta desse alguém,mas a nossa a nós própios,a ponte intermédia entre o ínicio e o fim da dúvida propriamente dita. Porque não são palavras que mudam as situações..Porque com tanta ânsia se deixa de sentir..E pode dar sorte,se,no meio desses diasem que se ouve muita musica e se dorme muito,se pensa e se resmunga na mesma medida,alguém fizer anos. 'Parabéns!' Se essa pessoa ocupa o nosso trabalhomental,se faz um remexer de imagens e sons,vem-nos uma resposta. E às vezes tão óbvia.. Inevitavel rir e pensar por onde andava perdida a nossa experiencia..Comparações inevitáveis. Calmantes. Como se fossem uma estrela cadente e confiássemos no nosso desejo.E a promessa de saborear a água da próxima vez queaparecer uma fonte no nosso caminho. Porque, caminhante, o caminho faz-se a andar,e para que serve,se no final não houver uma fonte?
p.s: parabéns a quem me fez acreditar em estrelas cadentes .

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