sábado, 14 de fevereiro de 2009

quando é a próxima?

Sou bastante até de olhar para o futuro,e cada dia vivo ao máximo,por isso é que,passado uns tempos,tenho muito para recordar. São muitos balanços,e muitos aniversários a celebrar,ainda que póstumos. Uma cara é uma história e aí tanto faz se me arrependi,se fui indiferente,se traz um sorriso ou se traz um encontrão.. E é ao ver uma nova que a mão pega na caneta para escrever..uns segundos depois já são palmadinhas nas costas. Distingues num maior laço a indiferença da diferença. Entre o consistente e o inconsistente. As pessoas que ocupam as maiores parcelas do nosso coração nem sempre estão próximas de nós. Não faço ideia de que novidade estou à espera. Entrar naquele palco com flores no tecto pela última vez (desta vez) faz com que todas as palavras queiram sair. Se eu não tivesse há um ano entrado naquela sala...a minha vida não era igual.Não não era,isto não é só clichet. Foram demais,as pessoas,as evoluções,o riso,o apoio,as experiências,demais,mas sem nunca fartar. Ao sermos doze,com vinte e quatro braços e um único abraço fez de nós únicos. Deu para tentar falar e não conseguir. Celebrámos a noite assim,com a mesma força com que sempre nos encontramos. A vela está já na gaveta.

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