quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

nill

Nunca senti o teu coração bater,encruzilhei-te. Tomasses outra estrada,faz-te bem. Amarelo,amarelo,amarelo sol,amarelo mar,amarelo céu. É de estar entre portas,se a abrir e sentir o vento,se sentir o sol,se sentir a necessidade constante de olhar pro chão (de mexer no bolso..),se metralhar palavras,se tiver que vasculhar a mochila pra ir buscar os óculos de sol... curo. Incapaz. E descobri o que me seduz : o diferente. Nunca é igual. Com ou sem imprevistos,com ou sem a sensação do que 'podia ter si..' e o período prolongado de reflexão,mesmo que de vem em quando com desilusão,sempre diferente. E a minha alimentação é à base da transformação da terceira pessoa (em qualquer dos números) em primeira pessoa do plural. E se não sinto esse vento e me fecho ao singular.. Z-E-R-O

Sem comentários: